entreacto
28 01 2007em cada palavra
que eu escrevo
eu sou
e não sou
e em cada uma delas
eu vivo
e em cada uma delas
eu morro
–>
[escrevo um texto maior, perseguindo uma ideia que me escapa e, quando desisto e o abandono, surge-me este outro, muito mais breve, um quase silêncio, em que dizendo muito muito menos tenho a certeza de dizer muito muito mais.]
Luís Ene

Morres lá nada. Vê lá se te acontece alguma coisa, assim no género de trincares um dedo numa porta, para eu “ouvir” um poema teu.
Comment by mairiam — 29 01 2007 @ 3:02 am
em cada palavra sou.
Comment by joao — 2 02 2007 @ 8:17 pm
joao, aí está uma boa continuação.
Comment by blogdapontamentos — 2 02 2007 @ 8:58 pm