A esplanada
1 06 2006
Sempre que posso, sento-me nesta esplanada, à beira do rio, que me disseste gostar muito. Nunca te encontrei, mas continuo a vir. Talvez com o tempo te esqueça. Talvez com o tempo passe a gostar deste local.

Sempre que posso, sento-me nesta esplanada, à beira do rio, que me disseste gostar muito. Nunca te encontrei, mas continuo a vir. Talvez com o tempo te esqueça. Talvez com o tempo passe a gostar deste local.
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Talvez…talvez e ainda talvez…Toda a minha vida tem sido, é, cheia de talvez…pelos vistos a tua também. Valha-nos a esplanada junto ao rio. Valha-nos as recordações, que nos fazem continuar a ir em busca de um rio que nos murmura um nome; aquele nome que guardamos no coração, aquele nome nos faz continuar a procurar, uma esplanada à beira do rio.
um beijo
Comment by margarida — 1 06 2006 @ 2:26 pm
Margarida, um sorriso triste é ainda um sorriso… e o talvez é uma porta aberta…
E esse eu, sou e não sou eu. (sorrindo do lado de cá).
Comment by Administrator — 1 06 2006 @ 3:22 pm
Que me perdoem os ouvidos mais sensíveis, mas tenho que falar como dizem meus parentes trasmontanos: Que texto lindo, caralho!
Comment by Santos Passos — 2 06 2006 @ 2:39 am
SP, que bom receber você aqui! Um abraço.
Comment by Administrator — 2 06 2006 @ 7:10 am