26 04 2006
um
Nunca conseguira escrever um poema que fosse sem sobre ele se debruçar profundamente, mas um dia debruçou-se tanto que caiu e nunca mais veio ao de cima.
outro
Saltou com tanto espalhafato das mãos do poeta para as mãos do leitor que este se assustou de morte e nunca afinal o leu.
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que giro!|
Comment by candida — 27 04 2006 @ 10:06 pm